Fixação de Fraturas Quadril

Procedimentos

Fixação de Fraturas Quadril

As fraturas do fêmur proximal são um problema de saúde pública em países ricos e em desenvolvimento. O número cada vez maior dessas fraturas e em doentes cada vez mais velhos é um desafio ao cirurgião de quadril. Existem basicamente dois tipos de fratura do fêmur proximal que acometem pacientes idsos, em sua maioria: as fraturas do colo femural e as fraturas transtrocanterianas, todas de tratamento eminentemente cirúrgico. Por vezes, as fraturas do colo merecem fixação ao invés de artroplastia, principalmente quando a fratura não tem desvio. Para as fraturas transtrocanterianas a fixação é sempre a opção de escolha.

Essas fraturas são fixadas com implantes instalados idealmente por vias de acesso minimamente invasivas. A baixa agressividade cirúrgica é um dos fatores que determina a melhor evolução e menor morbidade do tratamento.

As fraturas do colo, quando há indicação de fixação, são tratadas idealmente por parafusos canulados (à esquerda) ou com o parafuso deslizante do quadril (ao centro), chamado em inglês Dynamic Hip Screw, ou apenas DHS. As fraturas da região transtrocanteriana, por sua vez, podem ser tratadas, também com o DHS, ou ainda com as hastes cefalomedulares (à direita). Todas essas técnicas de fixação devem respeitar os tecidos que recobrem o esqueleto do quadril. Quanto menor a agressividade cirúrgica nos tecidos moles, melhor o resultado final do tratamento.

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